Destaques

Os principais movimentos ocorridos em 2025 associados à capacidade instalada, geração de eletricidade, expansão da rede de transmissão, ao avanço dos programas governamentais de eletrificação e ao consumo e número de consumidores são descritos nesta seção.

Capacidade Instalada de Geração Elétrica

Em 2025 a capacidade instalada de geração elétrica cresceu 24,6 GW em relação a 2024, o que representa 10,4% de aumento, atingindo 261 GW.

O destaque vai para as usinas solares fotovoltaicas, que com a instalação de 16,3 GW passaram a representar 24,8% da capacidade total do País. Dessa expansão solar, 8,8 GW são de Micro e Minigeração Distribuída (MMGD). Foram instalados 5,2 GW de usinas eólicas, 1,7 GW de termelétricas a combustíveis fósseis, 1,1 GW de termelétricas a bagaço e outras biomassas e 0,3 GW de hidráulica. A energia hidráulica se mantém como o a principal fonte, mas vem perdendo participação, de 61% em 2016 para 40% em 2025.

Em relação à distribuição espacial, os Estados da Federação com maior capacidade são: MG (11,3%), SP (10,8%), BA (8,8%), PR (8,7%) e PA (8,7%). Juntos, esses Estados concentram 48,3% do parque instalado. Já os Estados que mais aumentaram sua capacidade instalada foram MG (5,5 GW), BA (4,2 GW), RJ (2,0 GW), SP (1,7 GW) e PI (1,5 GW), responsáveis por 60,6% da adição de capacidade instalada. Em 2025, Minas Gerais passou a ser a Unidade da Federação com maior capacidade instalada do País, ultrapassando São Paulo.

Em 2025 foi realizado o Leilão para suprimento aos Sistemas Isolados, contratando mais de 50 MW localizados no Amazonas e no Pará. Os projetos são soluções híbridas, com óleo diesel, solar e bateria.(Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 2025a)

Geração de Eletricidade

A energia hidráulica segue como a principal fonte de geração elétrica, mas perdeu participação em relação ao ano de 2024, de 56,1% para 51,7%. Por outro lado, as fontes solar e eólica ganharam participação, de 23,7% da geração em 2024 para 26,4% em 2025, principalmente pelo aumento de capacidade instalada, mantendo a participação de fontes renováveis na oferta interna de energia elétrica elevada, em 86,8% (inclui toda geração nacional mais a importação, o que inclui a parcela importada de Itaipu).

A geração aumentou 3,3% de 2024 para 2025 (+24,6 TWh), suprido principalmente pelo aumento da geração solar (+24,7%), térmicas a combustíveis fósseis (+18,8%), eólica (+8,2%), térmicas a biomassa (+7,6%) e nuclear (+0,4%). A geração hidráulica, cujo despacho é influenciado pelo regime hidrológico, apresentou redução (-4,8%).

Em 2025 teve bandeira tarifária amarela nos meses de maio e dezembro, e bandeira vermelha entre junho e novembro, refletindo situação hidrológica desfavorável e necessidade de acionamento de termelétricas.

A bioeletricidade, composta majoritariamente pelo bagaço de cana (60,9%) e licor preto (28,1%), que são subprodutos das indústrias sucroalcooleira e de celulose, respectivamente, apresentou geração recorde por mais um ano, de 66,1 TWh, e aumentou sua participação para 8,5% da matriz elétrica.

A MMGD aumentou 28,9% em relação ao ano anterior, atingindo 54,5 TWh, respondendo por 7,0% da geração média anual. A maior parte da MMGD (97,5%) é proveniente de energia solar fotovoltaica.

Mais informações sobre a geração de eletricidade estão disponíveis em (Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 2026).

Extensão das Linhas de Transmissão de Eletricidade

No ano de 2025, foram adicionados 5.582 km de linhas de transmissão (LT) em território brasileiro, o qual passou a conter um total de 181.782 km de linhas. Desse acréscimo, 84,9% foram de linhas com nível de tensão de 500 kV e 11,7 % foram de linhas com tensão de 230 kV. Os demais níveis de tensão com linhas que entraram em operação em 2025 foram 345 kV (126 km) e 525 kV (64 km).

De acordo com a base de dados abertos do Operador Nacional (Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), 2026a), o sistema SIN Maps (Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), 2026b) e o Boletim Semanal da Operação (Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), 2026c), as principais linhas de transmissão ou seccionamentos que entraram em operação ou foram concluídos em 2025 são:

LT 500 kV EQUADOR/ LECHUGA RR/AM: Interliga o estado de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN), representando a integração elétrica da última unidade federativa ainda isolada ao SIN. Essa linha possui circuito duplo, sendo que cada um deles possui uma extensão de 396 km.

LT 500 kV BOA VISTA/ EQUADOR RR: Também interliga o estado de Roraima ao SIN, sendo uma linha com circuito duplo, com uma extensão de 332 km cada.

LT 500 kV MORRO CHAPÉU II/ POÇÕES III CF2 BA: Sua implementação possibilita a redução da restrição de geração eólica e solar no estado da Bahia, além de evitar problemas de colapso de tensão em linhas próximas. Apresenta uma extensão de 336 km.

LT 500 kV POCOES III/ MEDEIROS NETO II C C1 BA: Com 329 km de extensão, essa nova linha de transmissão melhora o desempenho do sistema elétrico na região da Bahia, garantindo níveis de tensões mais estáveis.

Os leilões de transmissão são realizados a fim de capturar investimentos de agentes para expansão da capacidade de escoamento de eletricidade no país através da instalação de novas linhas de transmissão. Em 2025, foi realizado um único leilão de transmissão com investimento previsto de mais de R$ 5,5 bilhões de reais em cerca de 1,1 mil km de linhas de transmissão. (Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), 2026a)

Programas Governamentais de Eletrificação: Luz para Todos

Os programas de eletrificação são extremamente importantes para universalização do acesso à energia elétrica em comunidades rurais e em localidades mais remotas do país, onde não há rede de distribuição de eletricidade.

Desde a sua concepção até o final de 2025, o programa Luz para Todos (LPT) atendeu cerca de 3,84 milhões de domicílios brasileiros, sendo 47,5 % destes situados no Nordeste e 27,2% na região Norte. O programa com enfoque no meio rural (LPT Rural e Recursos da Distribuidora) já contemplou, desde seu início em 2004, mais de 3,74 milhões de residências. Por outro lado, o programa focado no atendimento de regiões mais remotas (LPT Regiões Remotas da Amazônia Legal), já permitiu a eletrificação de 92,7 mil residências.

Em 2025, o Programa Luz para Todos “Rural” forneceu acesso a eletricidade a 26,9 mil domicílios brasileiros, a maioria deles no estado do Pará (15,4 mil). Por outro lado, a versão do programa “Regiões Remotas da Amazônia Legal” atendeu 23,1 mil residências, sendo que 83,0 % destes domicílios situam-se no Pará.

Consumo e Número de Consumidores

O consumo total de energia elétrica no Brasil em 2025 foi de 566,7 TWh, cerca de 0,9% maior do que em 2024.

Esta subseção trata a respeito dos principais movimentos de 2025 associados as três principais classes de consumo (residencial, comercial e industrial) e também aos dois ambientes de contratação (cativo e livre).

Classe Residencial

Em 2025, o consumo de energia elétrica da classe residencial apresentou expansão de 1,7% em relação a 2024, totalizando aproximadamente 179,65 TWh. Esse crescimento esteve associado, principalmente, às condições climáticas mais secas observadas ao longo do ano, bem como à ocorrência de ondas de calor e de frio. As temperaturas acima da média registradas no primeiro trimestre, especialmente na região Centro-Sul do país, intensificaram o uso de equipamentos de climatização nas residências (Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 2025b). Adicionalmente, o frio intenso observado em julho em grande parte do país pode ter favorecido o uso de equipamentos de aquecimento, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste (Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 2025c).

Além dos fatores climáticos, a melhora das condições econômicas das famílias, impulsionada pela redução do desemprego, pelo aumento da renda e pela continuidade das políticas de transferência de renda, como o Bolsa Família, favoreceu a aquisição e o uso mais intensivo de eletrodomésticos e equipamentos de climatização. Como resultado, observou-se maior demanda por eletricidade no setor residencial ao longo do período.

Por outro lado, as temperaturas mais amenas observadas em parte de 2025, associadas à predominância de bandeiras tarifárias vermelhas entre junho e novembro, resultaram na cobrança de custos adicionais nas contas de energia elétrica, incentivando maior cautela por parte dos consumidores e contribuindo para moderar o ritmo de expansão do consumo residencial (Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 2025d, 2025c, 2025e).

A base de consumidores residenciais registrou crescimento de 2,2% em relação a 2024, correspondendo ao acréscimo de 1.836.790 unidades consumidoras, passando de 82.681.823 para 84.518.613 consumidores. Dessa forma, a classe residencial permaneceu como aquela com a maior quantidade de consumidores no país. Esse avanço reflete tanto a realização de novas conexões quanto possíveis reclassificações de unidades consumidoras provenientes de outras classes de consumo (Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 2025b).

Apesar da expansão do número de unidades consumidoras, o consumo médio por consumidor anual apresentou leve retração de 0,3%. Em contrapartida, nos Sistemas Isolados, observou-se redução de 33,1% na base de consumidores residenciais, equivalente à diminuição de 188.618 unidades consumidoras, refletindo, em grande medida, o processo de interligação de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN) (Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 2025e).

Todas as regiões do país registraram crescimento no consumo de energia elétrica da classe residencial em 2025, com destaque para a Região Sul (+4,3%), seguida pelo Centro-Oeste (+3,3%), Nordeste (+1,5%), Norte (+0,9%) e Sudeste (+0,7%). Apesar da expansão nacional, alguns estados apresentaram retração no consumo na comparação interanual. Na Região Norte, Tocantins (+4,2%) e Pará (+2,5%) registraram os maiores crescimentos, enquanto Amazonas (-3,3%), Amapá (-0,9%) e Roraima (-0,4%) apresentaram redução. No Centro-Oeste, Goiás (+5,8%) e Mato Grosso (+4,2%) lideraram a expansão regional, ao passo que Mato Grosso do Sul registrou retração de 2,3%. Na Região Sul, todos os estados apresentaram crescimento expressivo no consumo residencial em 2025, com destaque para Rio Grande do Sul (+5,5%), Santa Catarina (+5,2%), e Paraná (+2,3%). No Nordeste, Piauí (+7,3%), Paraíba (+7,2%), Alagoas (+6,1%) e Maranhão (+4,1%) apresentaram as maiores taxas de crescimento, enquanto Rio Grande do Norte (-3,7%), Pernambuco (-1,7%) e Bahia (-1,4%) registraram retração no período. Por fim, no Sudeste, Minas Gerais (+4,4%) e Espírito Santo (+2,0%) apresentaram crescimento mais significativo, enquanto Rio de Janeiro (-3,4%) registrou redução do consumo residencial e São Paulo apresentou expansão mais moderada (+0,5%).

Classe Comercial

A classe comercial, em 2025, registrou aumento de 0,3% no consumo de eletricidade no Brasil em relação ao ano anterior. O total consumido foi de 104,0 TWh. Em 2025, as regiões Sul (+3,0%) Norte (+1,2%) e Centro-Oeste (+0,8%) apresentaram crescimento no mesmo período. Em contrapartida, o Nordeste (-2,3%) teve retração no consumo de energia elétrica do setor comercial, enquanto o Sudeste mostrou estabilidade. Entre os Estados, as maiores expansões foram em Santa Catarina (+5,0%), Piauí (+4,2%), Goiás (+3,9%), Paraíba (+3,6%), Amazonas e Alagoas (+3,0%, ambos). Por outro lado, as quedas mais acentuadas ocorreram em Pernambuco (-7,8%) e Bahia (-6,2%).

Segundo indicadores do IBGE, o volume de vendas do comércio varejista apresentou expansão de 1,6% no acumulado do ano, enquanto o varejo ampliado registrou crescimento mais moderado, de 0,1% (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2026a, 2026b). No comércio, destacaram-se os segmentos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; móveis e eletrodomésticos; equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, além de outros artigos de uso pessoal e doméstico. No mesmo período, o setor de serviços avançou 2,8%, impulsionado principalmente por atividades relacionadas à tecnologia da informação, serviços digitais, logística, transporte de cargas e passageiros, publicidade e plataformas de comércio eletrônico (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2026c, 2026d).

Temperaturas mais amenas em 2025, em comparação às registradas em 2024, podem ter reduzido a necessidade de climatização nos estabelecimentos comerciais, o que pode ter limitado o crescimento do consumo de eletricidade da classe no período. Soma-se a esse contexto o acionamento de bandeiras tarifárias mais onerosas entre maio e dezembro de 2025. Os custos adicionais associados a essas bandeiras também podem ter ajudado a conter o avanço do consumo de energia elétrica no setor comercial.

A base nacional de consumidores comerciais apresentou crescimento de 0,7% em 2025 em relação a 2024, passando de 6.129.766 para 6.174.680 consumidores, o que representa um acréscimo de 44.914 unidades consumidoras. Em contrapartida, nos Sistemas Isolados, observou-se retração de 33,8% na base de consumidores comerciais, com redução de 42.218 para 27.962 unidades consumidoras. Essa expressiva queda está associada, principalmente, à interligação de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN) (Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 2025e).

Classe Industrial

Em 2025, o consumo nacional de energia elétrica nas Indústrias foi de 199.341 GWh, expansão de 0,7% frente a 2024, inferior ao Valor Adicionado da Indústria, que cresceu 1,4% em 2025. Regionalmente, apenas o Sudeste (-0,9%) retraiu o consumo em 2025, enquanto Norte (+6,8%), Sul (+1,6%), Nordeste (+1,6%) e Centro-Oeste (+1,1%), elevaram o consumo. Entre as Unidades da Federação, Maranhão (+14,8%) foi a que mais elevou o consumo, enquanto Alagoas (-24,9%) foi a que mais retraiu.

A alta no consumo industrial de eletricidade em 2025 alcançou 22 dos 37 setores monitorados pela EPE. Seis dos dez setores mais eletrointensivos consumiram mais. O setor de extração de minerais metálicos (+7,9%) foi o que mais expandiu o consumo, seguido por fabricação de máquinas e equipamentos (+4,3%), produtos de minerais não-metálicos (+3,7%), produtos alimentícios (+3,4%), produtos de borracha e material plástico (+2,8%), produtos têxteis (+1,5%) e automotivo (+1,3%). Por outro lado, o consumo de eletricidade reduziu em produtos de metal (-3,9%), produtos químicos (-3,8%), papel e celulose (-2,4%), produtos de madeira (-1,9%), extração de minerais não-metálicos (-1,8%), fabricação de bebidas (-1,6%) e metalurgia (-0,6%).

A extração de minerais metálicos foi quem mais contribuiu para a alta do consumo de eletricidade na indústria em 2025, adicionando 1.139 GWh de consumo no ano. O consumo de eletricidade cresceu principalmente no Pará e em Minas Gerais e acompanha o desempenho do setor extrativo mineral, com alta na produção de minério de ferro, cobre e níquel. Ainda contribuíram: o efeito da baixa base comparativa de 2024, pela suspensão das operações em uma grande unidade consumidora no Pará para reforma do forno, com impacto no consumo da unidade durante quase todo o primeiro semestre de 2024; e o aumento gradativo da produção pela entrada em operação de um segundo forno na mesma unidade, elevando o consumo de eletricidade a partir do segundo semestre de 2025.

Já o setor de produtos químicos foi o que mais contribuiu, em termos absolutos, para atenuar a alta do consumo na indústria em 2025, quando o setor consumiu menos 728 GWh ao longo do ano. O consumo de eletricidade caiu principalmente em: Alagoas, onde um grande consumidor do segmento de cloro-soda, entrou em hibernação em outubro de 2025; Minas Gerais, com queda generalizada pelo setor no estado; e na Bahia, onde duas unidades grande consumidoras enfrentaram algumas paradas de manutenção ao longo do ano.

Consumo e Número de Consumidores por Ambiente de Contratação

O mercado livre, com 253,7 TWh, respondeu por 44,8% do consumo nacional de energia elétrica em 2025, registrando crescimento de 7,0% no consumo e de 34,2% no número de consumidores, na comparação com 2024. A região Centro-Oeste registrou a maior expansão do consumo (+11,0%) e teve também a maior expansão do número de consumidores livres (+50,1%). Contribuíram para o resultado no mercado livre, principalmente, a expansão de 3,2% no consumo da parcela livre da indústria, e de 16,8% na parcela livre da classe comercial.

Já o mercado regulado das distribuidoras, com 313,0 TWh, respondeu por 55,2% do consumo nacional de eletricidade em 2025, redução de 3,5%. O número de unidades consumidoras aumentou 1,9% no período, mesmo com a migração de consumidores para o mercado livre. No mercado regulado, a região Sul registrou a menor contração do consumo (-1,6%), enquanto o Norte teve a maior expansão do número de consumidores cativos (+2,7%). A queda do consumo no mercado regulado foi atenuada pela alta de 1,7% no consumo cativo residencial, enquanto as demais classes tiveram contração no consumo.

Após a abertura do mercado livre para todos os consumidores do grupo A (alta tensão) em janeiro de 2024 (portaria do MME 50/2022), houve migração para o ACL de mais de 25 mil consumidores em 2024 e outros 22 mil em 2025. Segundo relatório de migração do ACL da ANEEL de abril de 2026, há previsão de mais de 10 mil consumidores migrarem em 2026. (Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), 2026b)

A abertura do mercado livre tem mudado o perfil dos consumidores livres, ainda predominantemente industrial, ao permitir a migração de todo grupo A. Assim, a participação da classe industrial no consumo livre total cai de 76,7% em 2024 para 74,0% em 2025 (-2,7 pontos percentuais), enquanto as classes comercial, serviço público (principalmente Água, Esgoto e Saneamento), rural e poder público atingem, respectivamente, 18,3% (+1,5 p.p.), 4,4% (+0,7 p.p.), 2,7% (+0,3 p.p.) e 0,6% (+0,2 p.p.) de participação.